27 de fevereiro de 2012

Big Bang Teaser

Olá pessoal!
Para quem gosta do grupo Big Bang  sabe que seu quinto mini-álbum chamado Alive que vai estar nas lojas coreanas dias 29 de Fevereiro já esta fazendo um grande sucesso com a musica Blue ne? Bem os garotos que já lançaram o MV de Blue agora lançaram Teaser de MV de outras musicas do mini-álbum e são elas: Dust Love, Fantastic Baby e Bad Boy.
Confiram a baixo o MV de Blue e os Teaser: 

25 de fevereiro de 2012

Tá na Hora do Pau! - Porque eu odeio o Carnaval...(e outras festas do gênero)



Eu poderia perfeitamente ter escrito este texto no calor do momento, como reflexo da minha experiência no dia 19/02 quando estava com alguns amigos espremido na praça da cidade, sendo empurrado de um lado pro outro e ouvindo as mesmas micaretas que já ouço há uns seis anos...mas daí o texto seria bem mais vociferante e raivoso do que agora, quase uma semana depois.

Novamente reforço para quem é novo no espaço: o texto é meu e expressa o que eu estou sentindo, sem embasamento teórico ou estatístico. No máximo o que vocês vão encontrar aqui são "achismos", podendo vocês concordarem...ou não.

Muito me admira uma cidade (e porque não dizer, um país) onde tanta coisa acontece de errado, por baixo dos panos e as claras, e onde muito falta para muita gente, todos pararem por essa merda colossal que é o carnaval. O país inteiro para quase que literalmente.

Falando localmente, a praça inteira para de sexta-feira até a quarta-feira de cinzas ao meio dia. Praticamente todos os estabelecimentos do local viram pseudobares; do consultório do dentista as locadoras de vídeo, passando por algumas residências e até uma antiga banquinha de artigos religiosos (cujo antigo proprietário já morreu.). Tudo vira estoque de "cachaça" (com algum eventual salgadinho ou tira gosto.

Quando os preparativos do carnaval começam (ainda falando localmente) eles cercam toda a área da praça com chapas de metal. É uma visão "linda": parecemos a versão caipira dos campos de concentração de Auschwitz, com os vizinhos chamando o layout temporário de "condomínio de luxo".

Sim, eu tenho plena ciência de que essas são medidas para que o carnaval não vire uma bacanal maior do que já é. Mas ainda assim é nítido o contra senso de se fazer uma festa na rua e "fechá-la".

São de três a quatro a cinco dias com as ruas assim. Mal dá pra se pedir uma pizza.

A festa propriamente dita é como em qualquer outro lugar: bebida, cigarro, bebida, comida gordurosa, bebida, drogas, bebida, confusão...

Nossa! Pra quê escrever tantas vezes "bebida" no texto?

Porque é o que mais tem!

Fora as ruas virarem banheiro público (mesmo com, elo menos, uma dúzia de banheiros químicos), sexo a céu aberto, "usuariozinhos" de drogas fumando e cheirando na porta das nossas casas...como eu disse antes, é tudo muito "lindo".

Segurança? Temos empresa particular contratada e o contingente policial, mas eles tem que fazer milagre com tantos foliões que vem pra cá (em uma noite disseram ter vindo umas vinte mil pessoas, o que é praticamente toda a nossa população (se não for toda, é um número considerável do total de munícipes). Pessoas de Jacareí, São Jose dos Campos, Guararema, Salesópolis...

Numa boa, muito mais gente do que a cidade comporta.

Nas ruas fora da "área demarcada", com bem menos policiamento e bem menos segurança estão ficando mais comuns nessa época do ano roubos, danos a propriedade pública e privada e maus tratos a animais.

Tudo que eu disse foi "localmente".

Agora imaginem isso rolando em todo lugar que tem um carnaval de rua...

E é tudo feito (guardadas as devidas proporções) com uma megaestrutura. Paga pelas prefeituras, governos ou o "caralho a quatro"

"É dinheiro do orçamento da cultura", dizem alguns.

Tudo bem. Faz todo sentido e é um argumento sólido (afinal, no fim das contas, é isso mesmo).

Mas quando é que as outras áreas vão começar a se mexer e ter também uma megaestrutura para operarem (saúde, educação, emprego...).

Afinal, convenhamos, o carnaval (e os preparativos da Copa e das Olimpíadas) são feitos todos com
dinheiro público.

Nosso dinheiro.

Que tal esse dinheiro, retirado dos nossos impostos (e aqui se paga impostos até pra comprar uma mera revista em quadrinhos e um mero jornal no domingo) ser utilizado para o que realmente importa?

Ouvi no jornal recentemente que a saúde e a educação tiveram seus orçamentos reduzidos...

Pra isso eu sempre disse: "tirem da conta da Copa"

E agora também digo: E dessas outras festas que nada tem a acrescentar.

18 de fevereiro de 2012

Leiam com Atenção Gamers


Quem quiser pode pesquisar sobre essa informação. Já não falei sobre SOPA e nem o outro lá, mas fica a dica galera! Protestem JÁ!

4 de fevereiro de 2012

Tá na Hora do Pau! - Como ler Transmetropolitan me fez analisar a sociedade atual



Aviso: este texto terá um teor um tanto pessimista da humanidade como um todo e talvez algumas palavras de baixo calão. Isso nada mais é do que um reflexo do atual humor do escritor e também condiz com a própria revista, que trata das características (muitas vezes, negativas) da sociedade.

Sintam-se livres para partirem agora.


Transmetropolitan narra as aventuras (e porque não dizer, desventuras também) do jornalista neo-gonzo Spider Jerusalém, que depois de escrever dois livros que o tornaram famoso acaba sofrendo um bloqueio criativo e se exila nas montanhas durante vinte anos, torrando o dinheiro que ganhou em drogas, bebidas e tv a cabo.

Acontece que o editor exige que ele cumpra o contrato, que prevê mais dois livros (sendo um sobre política e outro a escolha de Spider).

Como Spider só consegue escrever na cidade ele vai ter que voltar pra selva de concreto que tanto odeia.

Criada por Warren Ellis (de Planetary) e Derick Robertson (Wolverine) esta obra é, mais do que um quadrinho adulto permeado de palavrões e - muita - violência, um estudo da sociedade atual (detalhe: as primeiras doze histórias, material utilizado para este texto, foram concebidas em 1997.)

O cenário é futurista (especificamente o século 25): criogenia e mesmo a eugênia estão muito evoluídas. Estamos num mundo onde animais podem falar, humanos podem fundir seus corpos com alienígenas e até mesmo transferir suas mentes para computadores, a tecnologia está no ápice (apesar de a tecnologia imaginada por Ellis e Robertson ser bem diferente - até mesmo retrô - considerando a vigente), entre outras diferenças.

Só uma coisa parece permanecer igual: a humanidade e todos os seus defeitos. E todos são ácidamente esmiuçados por Spider Jerusalém.

Com toda essa melhoria continuam as características mais podres da humanidade: fanatismo, intolerância, preconceito, consumismo desenfreado, indiferença...

...todos brilhantemente analisados por Warren Ellis, mesmo que as vezes de forma oculta ou mesmo carregada de ironia e sarcasmo.

Um claro exemplo é a história Outra Manhã Fria. Ela discorre sobre o tratamento dado aos revividos (nome dado as pessoas despertas de seu sono criogênico). Estando elas em uma época que não conhecem e muitas vezes sem familiares, são despertadas e deixadas à própria sorte em albergues, muitas vezes ficando em estado letárgico ou mesmo catatônico.

Um perfeito paralelo com a situação de muitos desabrigados que existem. Poucos se importam com eles (na verdade, quase ninguém), são tratados como mero fardo da sociedade e deixados também a própria sorte.

Outras duas histórias (O Que Spider Assiste na TV e Deus te Ama) tratam de forma bem cômica sobre outros dois aspectos negativos do mundo: o consumismo e o fanatismo, no caso o religioso.

Sobre o consumismo: claro, todos necessitam consumir coisas (roupas, comida, eletrônicos, livros), mas existem pessoas que fazem isso de uma forma tão desenfreada que me faz perguntar: "pra quê?"

Comprar tanto lixo e tanta merda muitas vezes apenas pra dizer que tem estas coisas, substituindo sentimentos e sensações por uma pilha de tralha inútil que pouco (ou nada) vai usar.

Quanto ao fanatismo religioso: hoje existem mais e mais vertentes religiosas (e na hq há muitas mais, com cultos a personalidades como Elvis, Kurt Cobain e até um culto dedicado a masturbação). A hq chega ao cúmulo de mostrar um jovem indeciso quanto a que caminho seguir enquanto uma versão distorcida de um evangélico diz que a solução é que este jovem seja perfurado no crânio por um picador de gelo. Spider intervém e esta armada a zona.

Convenhamos: desde que o mundo é mundo muitas foram as vertentes religiosas, quase todas se intitulando o verdadeiro caminho (principalmente as milhares vertentes que bebem do cristianismo).

O problema é que uma hora ou outra isso sempre gera discussão, que pode evoluir pra agressões físicas ou pior (que é exatamente o que acontece na história). Mais uma vez, pra quê?

As correntes cristãs, ao meu ver, surgiram unicamente por que se adequavam ao que muitos queriam enquanto algo em que acreditar, como antes já acreditaram em um panteão de deuses e muitos que acreditam até em culturas alienígenas. A verdade é que vai da necessidade de cada um, embora muitas vezes no final você só possa contar com um único ser na vida: você mesmo.

Voltando a Transmetropolitan: então...ele pega cada um desses valores e espezinha a todos, doa a quem doer (muitas vezes, por represália, acaba doendo nele. Literalmente).

E foi lendo essas hqs (recomendo, por sinal) e por problemas recentes (já discorridos por aqui anteriormente) que eu vejo a sociedade de forma cada vez mais pessimista.

Enquanto muitos se matam de trabalhar e pouco ganham outros pouco fazem e usufruem de muito (as vezes as custas daqueles que trabalham de sol a sol);

Enquanto muitos não tem um atendimento médico decente outros conseguem fazer operações de estética fúteis, as vezes pagas com dinheiro público;

Aplaudem a política do "panis et circenses" com os carnavais, festas do peão e outros tipos os políticos vão fazendo o povo de gato e sapato, as vezes por baixo dos panos, as vezes bem a vista.

E ninguém se importa.

Porque estão mais preocupados com quem vai ser eliminado do BBB, ou com os rumos da novela das oito, ou com o que o namorado(a) está fazendo.

Enquanto isso quem manda faz o que quer, nos controlando como bonecos (muitas vezes) e muitos ainda batem palmas pra isso.

Minha última pergunta é: até quando vai ser assim?
















Se você chegou até esta linha, meu mais sincero obrigado, minhas desculpas se algo o ofendeu e minha promessa de que tentarei ser mais otimista em meus próximos textos.

26 de janeiro de 2012

Agumas vocalistas muito boas...de bandas "nem tanto"








Essa é uma opinião pessoal. Estou aberto a sugestões ou mesmo críticas acerca dela.

Bem, lá vamos:



Valentina Piras (Lunablu)




Annah Flavia (Izi)



Amanda Wicthoff (CW7)




Elektra Mosley (Fake Number)





Deia Cassali (Agnela)





Mel Ravasio (Lipstick)




Jullie



Lovefoxxx (Cansei de Ser Sexy)






Por aí se vê que tem sim algo de interessante nesse novo cenário musical.

23 de janeiro de 2012

Esquadrão Classe A



Filme dirigido por Joe Carnahan (A Última Cartada, Narc) trata dos primórdios da equipe do saudoso seriado dos anos 80. Acompanhamos aqui como se conheceram o Coronel Hannibal Smith (Liam Neeson, de Busca Implacável), o tenente "Cara de Pau" Peck (Bradley Cooper, de Se Beber Não Case), o cabo Bosco "B.A" Baracus (o lutador Quinton "Rampage" Jackson) e o capitão Murdock (Sharlto Copley, de Distrito 9). O grupo, depois de anos de ações bem sucedidas é acusado de roubar chapas do governo e de assassinar o seu oficial superior. Presos, eles precisam arrumar um jeito de escapar e limpar seus nomes.

Longe de ser um filme cerebral e com um roteiro totalmente impecável Esquadrão Classe A é um filme com, apesar disso, uma história redondinha (grupo acusado de crime tem que se esforçar para limpar o seu nome com as autoridades), cenas de ação de tirar o fôlego (com destaque para o detalhado plano do ato final para desbaratar o esquema dos vilões) e a presença da belíssima Jessica Biel (Blade: Trinity) que aqui faz a Tenente/Capitã Sosa, responsável por capturar o Esquadrão e que já teve um envolvimento amoroso com o "Cara de Pau".

As atuações estão ok (não é um demérito); Liam Neeson faz o papel ao qual já vem se especializando que é de líder e consciência do grupo; Cooper faz um Cara de Pau bem malandro e simpático; Sharlto Copley faz um Murdock absurdamente insano (ele, junto com "Rampage" Jackson são os alívios cômicos aqui); já Rampage (sozinho) é um ponto mais "regular" no filme. No começo como uma espécie de "brucutu" ele é bem interessante, mas quando os roteiristas teimam em dar um arco dramático para ele - onde se torna um soldado pacifista - ele acaba meio "perdido" na trama (afinal, é um filme de ação descerebrado), vindo a encontrar-se mais no final.

Jessica Biel pouco tem a fazer com sua personagem, ficando um mais apagada em relação aos demais.


Como eu disse acima, este filme está longe de ser a última maravilha do cinema, mas diverte bem com suas doses bem temperadas de ação e comédia, cumprindo o que promete.

Já é muito, considerando a indústria cinematográfica americana.

21 de janeiro de 2012

Sobre Jogos de Sombras, Anime Dreams e a boa e velha sorte que me acompanha




O texto a seguir terá alguns spoilers de filme. se não quiser sabe-los pare de ler agora e só volte quando assisti-lo. Também é possível que eu me utilize de linguagem considerada rude por alguns de vocês. considerem-se avisados.

Saudações nerds que acompanham este espaço. Voltei.

Sentiram saudades? Espero que sim.

Começo o ano mais liso do que terminei o anterior. Por quê liso? Vocês vão saber daqui a pouco, primeiro vamos ao que interessa: minhas impressões sobre Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras.

Mais uma vez dirigido por Guy Ritche (Snatch - Porcos e Diamantes) o filme acompanha as peripécias do mais intrépido (e aloprado) detetive de todos os tempos, Sherlock Holmes (Robert Downey Jr, de Homem de Ferro) e seu parceiro e amigo o dr. John Watson (Jude Law, de O Talentoso Ripley) que juntos tentam desbaratar uma intrincada conspiração arquitetada pelo prof. James Moriarty (Jared Harris, filho de Richard Harris - o primeiro Dumbledore - e ator da série Mad Men), que pode se tornar o mais ardiloso vilão do mundo.

"Mas e aí, o filme é bom?"

Meus amigos...o filme é ótimo.

Com aquele ritmo que só Ritche emprega em seus trabalhos acompanhamos a dupla de detetives, auxiliados pela cigana Simza (Noomi Rapace, a Lisbeth Salander do sueco Os Homens Que Não Amavam as Mulheres) passam pela Alemanha, Suiça e Inglaterra tentando desbaratar o plano de Moriarty. O filme tem ótimas cenas de ação com as características já conhecidas (a análise meticulosa de Holmes antes da ação de fato; a câmera usando o efeito de "slow-fast-slow" nos momentos de maior ação e os - constantes - flashbacks que minimizam a confusão da trama).

A trama, por sinal, é um pouquinho mais complexa que a original (e um "tiquinho" mais tola também) e, felizmente, bem mais frenética. Poucos foram os momentos de algum descanso e muitos os de tensão (com destaque para o último - magnífico - embate entre Holmes e Moriarty.)

Infelizmente há pequenos pontos negativos: a participação de Rachel McAdams como Irene Adler é muito reduzida, e acabam por matá-la (ao menos, aparentemente) de forma muito rápida e, porque não dizer, cruel. Isso faz com que a dinâmica/química entre McAdams e Downey Jr não será vista e tentaram substituir essa dinâmica com a personagem de Rapace. Não vi muito sucesso nisso.

A conotação homossexual também é mais explícita por assim dizer, embora levada de forma cômica e com mão, carregada eu diria, na comédia.


Comédia esta que não falta, ainda mais com a presença de Stephen Fry (V de Vingança e o seriado A Bit of Fry and Laurie, com o "Dr. House" Hugh Laurie) faz o ainda mais espirituoso e inteligente irmão de Sherlock, Mycroft Holmes, que trabalho no Ministério da Defesa Britânico. As cenas entre ele e Robert Downey Jr. são ótimas. Alías, todas em que aparece (uma, praticamente nu na própia casa) são hilária. Quase passei mal de tanto rir.

Vejam o filme, é muito divertido.



Um pouco antes (no domingo passado) fui pra São Paulo no Anime Dreams. Há anos planejava voltar (fui em 2009) e fui adiando e adiando. Por conta de eventos recentes acabei resolvendo ir (já falo sobre esses acontecimentos...)

O evento foi ótimo. Chegamos cedo, não estava lotado (ao menos, no início) andei por praticamente todas as salas sem me perder dessa vez (agradeço aos amigos que estavam comigo) e, o melhor de tudo: fiz cosplay.

O único problema é que destoei um pouco do grupo que também fora de cosplay. Três foram de turma do Chaves (Chaves, Chiquinha e Quico), eu fui de Jin, do anime Samurai Champloo.










O resultado? Meus três amigos foram muito bajulados e tinha gente que mal de dava "tchauzinho". Admito que tive uma pontinha de inveja. O legal foi que ao longo do dia achei alguns poucos que notaram a roupa, me fotografaram e ainda disseram que eu "tava foda" (até contato pra um eventual grupo de Samurai Champloo eu consegui).

Comprei algumas camisetas e alguns quadrinhos que procurava há tempos.

E qual é a dessa "boa e velha sorte?"

Bom, é o seguinte: mais uma vez estou disponível no mercado (sim: desempregado, desocupado, "vagabundo", etc). Bem no primeiro dia útil do ano a empresa onde me dediquei por quase dois anos dispensa meus serviços (seu nome e o nome dos responsáveis não será aqui revelado) Admito que isso me chateia um pouco (na verdade nos primeiros dias, me chateou muito): você se dedica, chega na hora, faz tudo o que pedem (muitas coisas que nem são atribuições suas) e acaba sendo dispensado, infelizmente por reestruturação interna (por sinal, necessária).

"Então qual é o problema?" O problema é que, enquanto eu chegava na hora, fazia minha hora de almoço e saia no horário, tinha quem chegava quando bem entendesse e saísse quando bem entendesse. Sem (muitas) represálias.

"Ah, mas é assim mesmo" vocês podem dizer. Pode ser, mas não deixa de ser frustrante.

Aí estão os motivos que me fizeram, afinal, voltar ao Dreams depois de três anos. Os mesmos, por sinal, que me fizeram visitá-lo de fato pela primeira vez.

Essa é uma "sorte" minha. A outra é a minha total falta de habilidade com o sexo oposto.

Sabem, eu bem queria hoje ter alguém com quem sair de vez em quando e fazer todo aquele protocolo romântico clássico (pode não parecer, mas minha mentalidade é meio "old school" nesse sentido). Eu nem digo namorar, noivar e talz, mas seria interessante ao menos conseguir sair pra daí ver se ao menos o namoro engata (ou não).

É, na teoria é tudo muito fácil e bonito (tenho amigos - e até uns parentes - que mal terminam um relacionamento já engatam outro).

Eu? Mal consigo chamar pra sair. E não é por falta de tentativa.

Chamo, tento propor um programa, mas fica só no papel: os argumentos para a não realização são variados: viagem, estudo, falta de grana, falta de permissão dos responsáveis...

...será que é só isso mesmo?

Sei lá.



Posso não ser o ser vivo mais belo que já pisou sobre esta Terra, mas tenho lá minhas qualidades...

...pena que, das poucas pessoas que notam, metade já tem compromisso e metade tem idade pra ser minha mãe.

Mas é isso. Um dia, quem sabe, a sorte ainda sorri pra esse seu filho. Por falta do meu esforço, não será.

Bom...caros senhores, caras damas...por ora, é isso.

Até o próximo texto.

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